Recuperar a função mastigatória e a estética do sorriso vai muito além de simplesmente colocar um implante. Em muitos casos, o caminho até o resultado final passa por procedimentos cirúrgicos que preparam a estrutura óssea e os tecidos da boca para receber a reabilitação de forma segura e duradoura.
Na Sacani Kuabara Odontologia, em Londrina, o Dr. Marcos Kuabara atua na área de cirurgia buco-maxilo-facial com foco em reabilitações complexas. Neste artigo, você entende o passo a passo desse processo, os critérios clínicos envolvidos e o que esperar em cada fase do tratamento.
Como a cirurgia oral se integra ao tratamento com implantes?

A cirurgia oral e os implantes dentários formam, em muitos casos, um protocolo complementar — e não etapas isoladas. A cirurgia prepara o ambiente anatômico para que o implante tenha condições ideais de osseointegração e estabilidade a longo prazo.
Quando há perda óssea significativa, infecções preexistentes, dentes comprometidos ou irregularidades na estrutura da mandíbula e maxila, é necessário intervir cirurgicamente antes de instalar qualquer implante. Pular essa etapa compromete o resultado e aumenta o risco de falha.
Entre os procedimentos cirúrgicos que frequentemente precedem ou acompanham a colocação de implantes, destacam-se:
- Enxerto ósseo: reconstrói regiões com volume insuficiente para fixar o implante;
- Extração de elementos dentários comprometidos (incluindo sisos impactados);
- Cirurgia ortognática: corrige discrepâncias entre maxila e mandíbula, essencial em reabilitações totais;
- Implantes zigomáticos: indicados quando não há osso suficiente na maxila para implantes convencionais.
O planejamento integrado entre cirurgia e prótese é o que garante previsibilidade ao tratamento. Na Sacani Kuabara, esse planejamento começa com exames de imagem detalhados e uma análise clínica criteriosa de cada paciente.
Quais são as etapas da reabilitação oral completa?
A reabilitação oral completa segue um protocolo estruturado, que varia conforme a condição clínica de cada paciente. De forma geral, as etapas envolvem:
- 1. Diagnóstico e planejamento: tomografia computadorizada, modelos digitais e análise oclusal definem o mapa do tratamento;
- 2. Fase cirúrgica preparatória: extrações, enxertos ósseos, tratamento de infecções ou cirurgia ortognática, quando necessários;
- 3. Período de cicatrização: o tecido ósseo e os tecidos moles precisam de tempo adequado para se consolidar;
- 4. Instalação dos implantes: com o leito ósseo pronto, os implantes são posicionados com precisão cirúrgica;
- 5. Osseointegração: fase de espera em que o implante se une biologicamente ao osso (geralmente de 3 a 6 meses);
- 6. Confecção e instalação da prótese: coroas, próteses fixas ou protocolo sobre implantes são entregues após moldagens e ajustes precisos;
- 7. Acompanhamento periódico: manutenção e controle clínico para garantir a longevidade do resultado.
Cada fase tem seu próprio tempo biológico. Tentar acelerar esse processo sem critério clínico é um dos principais fatores que levam ao insucesso de reabilitações complexas.
Tem dúvidas sobre qual etapa você está ou onde deve começar? Entre em contato com a Sacani Kuabara pelo WhatsApp 55 43 3328-7071 e o Dr. Marcos Kuabara orienta você sobre o próximo passo.
Quanto tempo leva do enxerto ósseo ao implante definitivo?

Essa é uma das perguntas mais frequentes entre pacientes que precisam de reconstrução óssea antes do implante. A resposta honesta é: depende do tipo, extensão e localização do enxerto.
Em linhas gerais, os prazos médios são:
- Enxerto ósseo de pequeno volume (levantamento de seio maxilar localizado, por exemplo): cicatrização de 4 a 6 meses antes do implante;
- Enxerto em bloco (osso retirado do próprio paciente para reconstrução maior): de 6 a 9 meses até a instalação do implante;
- Regeneração óssea guiada simultânea ao implante: possível em casos selecionados, reduzindo o tempo total de tratamento;
- Após a instalação do implante: mais 3 a 6 meses de osseointegração antes da prótese definitiva.
Portanto, em um cenário que exige enxerto prévio e implante convencional, o tempo total — do início ao sorriso final — pode variar de 9 meses a mais de 1 ano. Esse prazo não é uma limitação do profissional: é a biologia humana funcionando como deve.
Protocolos de carga imediata, como o All-on-4 ou os implantes zigomáticos, foram desenvolvidos justamente para reduzir esse tempo em casos de ausência óssea severa, sem comprometer a segurança do tratamento.
Quem precisa de cirurgia antes de colocar implante?
Nem todo paciente que deseja um implante precisará passar por uma cirurgia preparatória. Mas há perfis clínicos que tornam essa etapa indispensável. Veja os principais:
- Pacientes com perda óssea acentuada: anos sem dentes ou doença periodontal grave resultam em reabsorção óssea que impede a fixação segura de implantes convencionais;
- Portadores de sisos impactados: dentes do siso mal posicionados podem comprometer regiões vizinhas e precisam ser extraídos antes da reabilitação;
- Casos com discrepância esquelética: quando mandíbula e maxila estão desproporcionais, a cirurgia ortognática é necessária para reequilibrar a oclusão antes da prótese;
- Pacientes com histórico de infecções ou cistos: focos infecciosos ativos precisam ser eliminados cirurgicamente para não comprometer o implante;
- Maxila atrófica severa: ausência óssea extrema na maxila indica implantes zigomáticos ou enxertos extensos como alternativas viáveis.
A definição de quem precisa ou não de cirurgia preparatória só é possível após uma análise clínica completa, com tomografia e histórico médico detalhado. Não existe protocolo universal — cada paciente tem uma anatomia e uma história clínica única.
Se você foi informado de que precisa de cirurgia antes do implante e quer uma segunda opinião especializada, fale com o Dr. Marcos Kuabara pelo WhatsApp 55 43 3328-7071. A Sacani Kuabara atende pacientes de Londrina e região norte do Paraná.
Como é o pós-operatório quando cirurgia e implante são combinados?
Quando cirurgia preparatória e implante ocorrem na mesma sessão ou em etapas próximas, o pós-operatório exige atenção redobrada. O organismo está respondendo simultaneamente a dois processos de cicatrização.
De forma geral, o paciente pode esperar:
- Nos primeiros 3 a 5 dias: edema, hematoma localizado e desconforto controlados com analgésicos e anti-inflamatórios prescritos pelo cirurgião;
- Dieta: alimentos pastosos e frios nas primeiras 48 horas; progressão gradual conforme cicatrização;
- Higiene oral: bochechos com antisséptico prescrito e escovação cuidadosa nas regiões não operadas;
- Repouso relativo: evitar esforço físico intenso por pelo menos 7 dias;
- Retornos clínicos: consultas de acompanhamento nos primeiros dias, na primeira semana e ao longo do processo de osseointegração.
O uso de antibioticoterapia profilática é comum e segue protocolo clínico individualizado. Em casos de cirurgia ortognática combinada, o acompanhamento é mais prolongado e pode envolver restrições alimentares por semanas.
O pós-operatório bem conduzido é parte do tratamento — e o suporte da equipe ao paciente nesse período faz toda a diferença no resultado final. Na Sacani Kuabara, o acompanhamento pós-cirúrgico é parte integrante do protocolo de cuidado.
Conclusão
A reabilitação oral que envolve cirurgia e implantes é um dos tratamentos mais completos e transformadores da odontologia moderna. Quando bem planejada e executada por uma equipe especializada, ela devolve função, estética e qualidade de vida de forma duradoura.
O caminho pode envolver etapas, prazos e procedimentos cirúrgicos que variam de paciente para paciente — e é exatamente por isso que o planejamento individualizado é inegociável. Não existe atalho seguro quando o objetivo é um resultado definitivo.
Se você está em Londrina ou região e quer entender qual é o protocolo mais adequado para o seu caso, o Dr. Marcos Kuabara e a equipe da Sacani Kuabara Odontologia estão prontos para orientar você com base em critérios técnicos sólidos.
Entre em contato agora pelo WhatsApp 55 43 3328-7071 e dê o primeiro passo em direção à sua reabilitação oral completa.
Perguntas Frequentes
É possível colocar implante no mesmo dia da extração do dente?
Sim, em determinadas condições clínicas é possível realizar a instalação do implante imediatamente após a extração — procedimento chamado de implante imediato. No entanto, essa indicação depende da ausência de infecção ativa, da qualidade e quantidade de osso disponível e do planejamento prévio. Nem todo caso permite essa abordagem, e a decisão é sempre do cirurgião após análise criteriosa.
Enxerto ósseo dói muito? Qual é a recuperação?
O procedimento é realizado sob anestesia local, portanto não há dor durante a cirurgia. No pós-operatório, é comum sentir desconforto, edema e sensibilidade por alguns dias, controlados com medicação prescrita. A maioria dos pacientes retoma atividades normais em 5 a 7 dias, com restrições alimentares por um período maior, dependendo da extensão do enxerto.
Implante zigomático é indicado para qualquer paciente sem osso?
Não. O implante zigomático é uma solução específica para casos de ausência óssea severa na maxila, onde implantes convencionais e enxertos extensos não são viáveis ou apresentam maior risco. A indicação exige avaliação tomográfica detalhada e é realizada por cirurgiões com treinamento específico nessa técnica.
Cirurgia ortognática e implantes podem ser feitos no mesmo planejamento?
Sim, e em muitos casos esse planejamento integrado é o mais indicado. A cirurgia ortognática corrige a relação esquelética entre maxila e mandíbula, criando uma base funcional e estética adequada para a reabilitação protética subsequente. O sequenciamento correto entre os procedimentos é definido pelo cirurgião e pelo protesista trabalhando em conjunto.
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